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Fapern lança o programa RN Mais Científico, um marco para CT&I no RN
O Programa RN Mais Científico, recentemente lançado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern), representa um avanço significativo para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no estado. Com um orçamento de R$6.941.440,00, o programa é uma iniciativa estratégica para promover a interiorização do conhecimento e fortalecer as atividades acadêmicas na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
Durante a solenidade de lançamento do Programa, nesta quarta-feira (17), a reitora da UERN, a professora Dra. Cicília Maia, destacou a importância do investimento para o desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação no interior do Estado. “Nós enquanto Universidade ficamos extremamente felizes com esse investimento, que irá contemplar as pesquisas que desenvolvemos no interior do Estado e, além disso, somos gratos pelo Governo do Estado compreender a importância e necessidade desse investimento”, destacou a reitora.
Reitora da UERN, a professora Dra. Cicília Maia, realiza fala no lançamento do RN Mais Cientifico. Foto: Higor Silva
O RN Mais Científico tem como principal objetivo apoiar e fomentar as atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação na UERN. O programa busca, de forma específica, fortalecer a pós-graduação stricto sensu e reduzir as desigualdades regionais no desenvolvimento científico e tecnológico.
De acordo com o Diretor-Presidente da Fapern, Gilton Sampaio, “O RN Mais Científico é um passo crucial para a consolidação do papel da UERN no avanço da ciência e tecnologia no nosso estado. Com este programa, estamos criando oportunidades para o desenvolvimento de pesquisas de alta qualidade e para a capacitação de nossos pesquisadores e alunos”, explicou Gilton.
Diretor-presidente da Fapern, Gilton Sampaio, fala sobre o projeto RN Mais Científico. Foto: Higor Silva
Na ocasião, a Fapern também celebrou um importante acordo com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para o financiamento do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (INCT-UFRN). Este acordo destina R$4.527.800,00 ao Laboratório de Planejamento Urbano e Regional (Labplan) da UFRN.
A proposta recebe, ainda, investimento no valor de R$ 908.252,64 da CAPES, destinado ao pagamento de bolsas, e repassado diretamente ao(a) pesquisador(a) beneficiário. O investimento da CAPES advém de ACT pactuado exclusivamente com o CNPq, frente à aprovação do projeto na Chamada Pública já referida.
O INCT é um programa nacional que visa consolidar redes de pesquisa interinstitucionais e promover estudos de alto impacto em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país. No âmbito deste acordo, o CNPq investirá R$3.287.800,00, e a Fapern contribuirá com R$1.240.000,00 para custeio.
A Coordenadora do Labplan, a professora Maria do Livramento Miranda Clementino, falou sobre a importância do acordo. “O INCT é um programa de excelência e para nós da UFRN esse é um momento muito importante, pois é um reconhecimento acadêmico do nosso trabalho e dos nossos pesquisadores”, destacou a professora.
Coordenadora do Labplan, professora Maria do Livramento Miranda Clementino, fala sobre os investimentos destinados ao laboratório. Foto: Higor Silva
O Programa RN Mais Científico, recentemente lançado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern), representa um avanço significativo para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no estado. Com um orçamento de R$6.941.440,00, o programa é uma iniciativa estratégica para promover a interiorização do conhecimento e fortalecer as atividades acadêmicas na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
Durante a solenidade de lançamento do Programa, nesta quarta-feira (17), a reitora da UERN, a professora Dra. Cicília Maia, destacou a importância do investimento para o desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação no interior do Estado. “Nós enquanto Universidade ficamos extremamente felizes com esse investimento, que irá contemplar as pesquisas que desenvolvemos no interior do Estado e, além disso, somos gratos pelo Governo do Estado compreender a importância e necessidade desse investimento”, destacou a reitora.
Reitora da UERN, a professora Dra. Cicília Maia, realiza fala no lançamento do RN Mais Cientifico. Foto: Higor Silva
O RN Mais Científico tem como principal objetivo apoiar e fomentar as atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação na UERN. O programa busca, de forma específica, fortalecer a pós-graduação stricto sensu e reduzir as desigualdades regionais no desenvolvimento científico e tecnológico.
De acordo com o Diretor-Presidente da Fapern, Gilton Sampaio, “O RN Mais Científico é um passo crucial para a consolidação do papel da UERN no avanço da ciência e tecnologia no nosso estado. Com este programa, estamos criando oportunidades para o desenvolvimento de pesquisas de alta qualidade e para a capacitação de nossos pesquisadores e alunos”, explicou Gilton.
Diretor-presidente da Fapern, Gilton Sampaio, fala sobre o projeto RN Mais Científico. Foto: Higor Silva
Na ocasião, a Fapern também celebrou um importante acordo com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para o financiamento do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (INCT-UFRN). Este acordo destina R$4.527.800,00 ao Laboratório de Planejamento Urbano e Regional (Labplan) da UFRN.
A proposta recebe, ainda, investimento no valor de R$ 908.252,64 da CAPES, destinado ao pagamento de bolsas, e repassado diretamente ao(a) pesquisador(a) beneficiário. O investimento da CAPES advém de ACT pactuado exclusivamente com o CNPq, frente à aprovação do projeto na Chamada Pública já referida.
O INCT é um programa nacional que visa consolidar redes de pesquisa interinstitucionais e promover estudos de alto impacto em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país. No âmbito deste acordo, o CNPq investirá R$3.287.800,00, e a Fapern contribuirá com R$1.240.000,00 para custeio.
A Coordenadora do Labplan, a professora Maria do Livramento Miranda Clementino, falou sobre a importância do acordo. “O INCT é um programa de excelência e para nós da UFRN esse é um momento muito importante, pois é um reconhecimento acadêmico do nosso trabalho e dos nossos pesquisadores”, destacou a professora.
Coordenadora do Labplan, professora Maria do Livramento Miranda Clementino, fala sobre os investimentos destinados ao laboratório. Foto: Higor Silva
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