Notícias

Notícias

INCT Labplan apresenta os resultados dos seus dois primeiros anos no Seminário INCT 2026

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) realizou o Seminário INCT 2026 entre os dias 22 e 24 de setembro, em Brasília, com representantes dos 243 institutos nacionais em atividade no país. O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Planejamento Urbano e Regional (INCT Lablan) foi um dos três selecionados no campo das Ciências Humanas, Sociais Aplicadas e Educação para apresentar as atividades e os resultados dos dois primeiros anos da rede. Os outros selecionados foram o INCT Estudos de Futebol Brasileiro e o INCT em Neurociência Social e Afetiva. A sessão ocorreu no dia 23, dedicada à avaliação parcial dos institutos aprovados na Chamada INCT nº 58/2022.

A coordenadora do INCT Labplan, Maria do Livramento Miranda Clementino (UFRN), apresentou os resultados. O balanço partiu do objetivo central da rede: estudar as trajetórias recentes do desenvolvimento urbano e regional no Brasil e produzir conhecimento capaz de subsidiar políticas públicas atentas às especificidades de cada território. Segundo a coordenação, as 13 metas previstas para os cinco anos de vigência estão acontecendo de forma efetiva.

A formação de pesquisadores e pesquisadoras aparece como um dos resultados mais expressivos. Entre 2024 e 2026, foram concluídas 95 orientações e outras 105 estão sendo conduzidas, da iniciação científica ao pós-doutorado. Desse total, 67 são de mestrado e 33 de doutorado. Neste mesmo período, a produção acadêmica somou 104 artigos em periódicos, 61 capítulos e 12 livros.

Foi comunicado que a pesquisa no âmbito do INCT Labplan se organiza em cinco eixos, que reúnem 27 projetos. Os temas abrangem padrões do desenvolvimento regional e urbano, mudanças climáticas, Estado e políticas públicas, transformações do trabalho e dinâmicas socioespaciais das cidades. O trabalho é multiescalar e interdisciplinar, observa os fenômenos no município, na metrópole, na região e no país, e combina métodos quantitativos e qualitativos. Desse percurso já foram desenvolvidas chaves analíticas próprias, como por exemplo, as fronteiras do desenvolvimento regional e análises das metrópoles emergentes. Novas metodologias também foram apresentadas, como a classificação de atividades econômicas por intensidade tecnológica, a leitura dos planos plurianuais e a construção do Índice de Insuficiência Socioeconômica Multidimensional (IISM).

A cooperação internacional também ganhou corpo. O INCT Labplan firmou convênios com El Colegio de Jalisco e com a Universidad de la Ciénega del Estado de Michoacán de Ocampo, no México, e com a Universidad de la República (Udelar), no Uruguai. Outros acordos, com universidades da Argentina, da Espanha e de Portugal, estão em andamento. A parceria com o México já resultou em um livro escrito em coautoria, além de artigos e capítulos publicados no exterior. Doutorandas e doutorandos da rede realizaram intercâmbios no México, na Espanha e em Portugal.

A apresentação mostrou a aproximação do INCT Labplan com órgãos públicos, como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), os ministérios da Gestão e do Planejamento do Governo do Rio Grande do Norte e a participação de pesquisadores do instituto nas discussões da COP30.

A coordenadora finalizou o balanço com os desafios. A conclusão apresentada foi que o INCT Labplan já reúne ativos institucionais importantes, mas sua consolidação depende do fortalecimento das capacidades administrativas internas, da ampliação da comunicação e aumento da articulação externa com parceiros estratégicos.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) realizou o Seminário INCT 2026 entre os dias 22 e 24 de setembro, em Brasília, com representantes dos 243 institutos nacionais em atividade no país. O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Planejamento Urbano e Regional (INCT Lablan) foi um dos três selecionados no campo das Ciências Humanas, Sociais Aplicadas e Educação para apresentar as atividades e os resultados dos dois primeiros anos da rede. Os outros selecionados foram o INCT Estudos de Futebol Brasileiro e o INCT em Neurociência Social e Afetiva. A sessão ocorreu no dia 23, dedicada à avaliação parcial dos institutos aprovados na Chamada INCT nº 58/2022.

A coordenadora do INCT Labplan, Maria do Livramento Miranda Clementino (UFRN), apresentou os resultados. O balanço partiu do objetivo central da rede: estudar as trajetórias recentes do desenvolvimento urbano e regional no Brasil e produzir conhecimento capaz de subsidiar políticas públicas atentas às especificidades de cada território. Segundo a coordenação, as 13 metas previstas para os cinco anos de vigência estão acontecendo de forma efetiva.

A formação de pesquisadores e pesquisadoras aparece como um dos resultados mais expressivos. Entre 2024 e 2026, foram concluídas 95 orientações e outras 105 estão sendo conduzidas, da iniciação científica ao pós-doutorado. Desse total, 67 são de mestrado e 33 de doutorado. Neste mesmo período, a produção acadêmica somou 104 artigos em periódicos, 61 capítulos e 12 livros.

Foi comunicado que a pesquisa no âmbito do INCT Labplan se organiza em cinco eixos, que reúnem 27 projetos. Os temas abrangem padrões do desenvolvimento regional e urbano, mudanças climáticas, Estado e políticas públicas, transformações do trabalho e dinâmicas socioespaciais das cidades. O trabalho é multiescalar e interdisciplinar, observa os fenômenos no município, na metrópole, na região e no país, e combina métodos quantitativos e qualitativos. Desse percurso já foram desenvolvidas chaves analíticas próprias, como por exemplo, as fronteiras do desenvolvimento regional e análises das metrópoles emergentes. Novas metodologias também foram apresentadas, como a classificação de atividades econômicas por intensidade tecnológica, a leitura dos planos plurianuais e a construção do Índice de Insuficiência Socioeconômica Multidimensional (IISM).

A cooperação internacional também ganhou corpo. O INCT Labplan firmou convênios com El Colegio de Jalisco e com a Universidad de la Ciénega del Estado de Michoacán de Ocampo, no México, e com a Universidad de la República (Udelar), no Uruguai. Outros acordos, com universidades da Argentina, da Espanha e de Portugal, estão em andamento. A parceria com o México já resultou em um livro escrito em coautoria, além de artigos e capítulos publicados no exterior. Doutorandas e doutorandos da rede realizaram intercâmbios no México, na Espanha e em Portugal.

A apresentação mostrou a aproximação do INCT Labplan com órgãos públicos, como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), os ministérios da Gestão e do Planejamento do Governo do Rio Grande do Norte e a participação de pesquisadores do instituto nas discussões da COP30.

A coordenadora finalizou o balanço com os desafios. A conclusão apresentada foi que o INCT Labplan já reúne ativos institucionais importantes, mas sua consolidação depende do fortalecimento das capacidades administrativas internas, da ampliação da comunicação e aumento da articulação externa com parceiros estratégicos.

Notícias Relacionadas

  • 18/07/2024

    |

    Na Mídia

    Laboratório vinculado ao Núcleo Natal é contemplado no Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia

  • 17/08/2026

    |

    Notícias

    3º Ciclo de Debates Cidades e Regiões reuniu INCT Labplan e INCT Produção da Casa e da Cidade em torno de trabalho, moradia e infraestrutura

  • 27/01/2025

    |

    Na Mídia

    INCT Labplan completa um ano de atuação

  • 23/03/2026

    |

    Na Mídia

    Labplan oferece Debates sobre Dinâmica Regional e Aglomerados Urbanos Emergentes